04 de janeiro de 2013 — sexta-feira.
A prevenção em nossas mãos
O bom combate é nossa meta
Todo corpo hospitalar
Médicos, enfermagem
Juntos ao CCIH
O CCIH agora vou explicar,
É Comissão de Combate a Infecção Hospitalar
Imprescindível a atitude
De respeito à profissão
Se é do quadro de saúde comece lavando as mãos
Um dia são eles lá
Outro dia nós aqui
O que queremos que nos façam,
Façamos a eles assim:
Se vai colher o sangue, faça a antissepsia
Calce as luvas, mãos a obra
Não dê chance às bactérias, nem a toda sua horda
Quando for lavar as mãos deixe-as sempre elevadas
Não as sacuda no ar...
Precisam ser preservadas
Se o cliente está tremendo, o estado é febril
Olhou, viu hematoma, hiperemia a mil?
Lave as mãos, tire o “acesso”, tudo indica
É flebite, sair dessa é sutil
Vamos todos aprender a flebite evitar
“Acesso” fica três dias
Não vamos mais adiar
Stafilococcus aureus
Meticilina resistente tão difícil de falar
É a MARSA insolente!
O colega te pediu: aplica ali essa injeção
Não entra nessa é furada
Inexiste prescrição!
Se cada um faz sua parte
Grande coisa já se faz
Somando um mais o outro
A doença se desfaz
Meticilina é antibiótico
Da bactéria freguês
Por isso na sigla MARSA
A resistência se fez
Já deu para saber
Já deu para entender
Manter as mãos lavadas
Esse é nosso dever
N]ao esqueçamos jamais
De nos livros procurar
Os novos conhecimentos
Para nos valorizar
A bactéria ladina
É mesmo uma fera
Se conseguem combatê-la
Pelo ADN supera
Procedimento invasivo
Aumente sua atenção
Normalmente é asséptico
Não faça descaso não!
A geração espontânea
De Aristóteles teoria
Derrubada por Pasteur
Com a sua assepsia
O iodo é anti-séptico
De grande divulgação
Mas se o caso é de MARSA
Clorexidina é solução
Ao trocar um curativo
As luvas deve usar
A imprudência perversa
Pode o quadro piorar
Anestesista dedicado
O seu lema é atenção
Oxigênio no cérebro
Sua maior preocupação
È grande o seu cuidado
Ao cliente entubar
Há perigo nesse caso
D’infecção hospitalar
A vaidade deveras
É da mente, limitante
Quem no saber prospera
Da humildade é amante
A homeostase precisa
O corpo humano manter,
Do equilíbrio interno
A vida vai depender
Se fez uso da seringa
A agulha não reencapar
A prevenção preconiza
No descarpack jogar
Se o problema é leucemia
O sistema é perverso
O isolamento no caso
Cuidado, é o reverso
A pesquisa nos assusta
Quando mostra o resultado
Bactéria que resiste
A tudo que é testado
Ao lidar com o enfermo
Lave sempre suas mãos
Bactérias não se mostram
Proliferam, atenção!
Paciente deprimido
Conforto à alma se dá
Levando sempre alegria
Pode o enfermo salvar!
Visão holística do homem
A medicina ora assume
Era só no oriente
O ocidente hoje tem lume
Brunner, Nightingale
Ana Nery, nossa entourage
Deus nos mandou como mestres
Fica aqui nossa homenagem
Lavemos as nossas mãos
Mas não como Pilatos
Menosprezou o mais antigo
Em detrimento dos fatos
Para todo efeito há uma causa
Devemos todos saber
Pensando que é piti
Seus conceitos vá rever
Nossas lavagens das mãos
É para o bem da humanidade
Com a técnica ensinada
Muito amor e humildade
O silêncio vale ouro
A palavra vale prata
Na cirurgia o tesouro
É assepsia na prática
Da vida maior ensejo
É a saúde preservar
Outro corpo na farmácia não se pode encontrar
Cateteres, sondas que tais
São inventos pra saúde
Com higiene usados
Na profissão é virtude
Tuberculose, meningite
São casos de internação
Necessita isolamento
Respiratório em ação
Banho diário mantém
A limpeza desejada
Aumentando a auto-estima
Terapia estimulada
Após usar suas luvas
Vá logo lavar as mãos
Se o sítio é quente e úmido
Da bactéria é atração
Se a mente ta bloqueada
Não consegue a técnica usar
Pens em Paulo “Tudo posso...”
Seus ossos são inflexíveis
Sua mente pode ampliar
Vamos ficar por aqui
Embora isso não baste
O progresso da ciência
Peço a Deus que nos arraste.

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